Clara Zuttion

10 Ideias de Penteados para Arrasar em Qualquer Ocasião — Do Glam ao Caos Organizado

Introdução Se tem uma coisa que consegue transformar o visual do dia (ou da noite) é um penteado poderoso. Seja pra sair, trabalhar ou só fazer a selfie bombar, a escolha do cabelo pode ser o diferencial entre o básico e o WOW. Aqui no Glambage, a gente mistura o glamour com aquele caos organizado que todo mundo adora — e o cabelo não poderia ficar de fora dessa vibe. Vem comigo que vou te mostrar 10 ideias de penteados pra você dominar em qualquer ocasião. 1. Coque Podrinho Chic Nada mais Glambage que um coque bagunçado, daqueles que parecem fáceis, mas são cheios de atitude. Perfeito pra aquele dia que você quer estar linda sem esforço (mas sem parecer que tentou pouco). Dica: Solte algumas mechas na frente pra dar suavidade. 2. Tranças com Fita ou Lenço A cara do movimento alternativo e fashionista, as tranças com fitas coloridas ou lenços estampados são um charme à parte e dão aquele toque extra de personalidade. 3. Rabo de Cavalo Alto com Volume Clássico que nunca sai de moda, mas aqui a gente turbina com volume na raiz e algumas mechas soltas para dar movimento e drama. 4. Meio-Preso com Textura Aquele meio-preso que não é certinho demais, cheio de ondas ou cachos, pra parecer que você acabou de sair de um editorial de moda. 5. Cabelo Solto com Ondas Desfeitas Ondas grandes, naturais e bagunçadas dão um ar glam, mas sem esforço, perfeito para o dia a dia. 6. Coque Baixo com Trança Embutida Mistura o clássico do coque baixo com a ousadia das tranças embutidas para um look moderno e elegante. 7. Penteado com Acessórios Presilhas, tic-tacs, tiaras com brilho ou pérolas são puro luxo e elevam qualquer visual na hora. 8. Pixie Cut Estilizado Se você tem cabelo curtinho, estilizar o pixie cut com pomadas e spray para um efeito messy é a pedida do momento. 9. Topete Retrô Glamour vintage com um toque moderno. O topete dá um ar de diva, perfeito para festas e eventos. 10. Trança Lateral Despojada Simples, prática e cheia de charme, a trança lateral com fios soltos é versátil e pode ser casual ou sofisticada. Conclusão Seja qual for seu mood — do glam puro ao caos organizado — tem penteado pra tudo aqui no Glambage. A dica é brincar com texturas, acessórios e deixar o cabelo refletir sua personalidade e estilo único. Quer mais inspirações ou passo a passo detalhado? Me avisa que eu crio!

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O que é estética anti-fashion e por que você deveria se importar

 O que é estética anti-fashion? A estética anti-fashion não é só um look — é um posicionamento. Ela nasce do desconforto com o sistema da moda tradicional, aquele que empurra tendências descartáveis, padrões inalcançáveis e consumo desenfreado. É vestir a recusa, é fazer do “errado” o certo. É quando a roupa deixa de ser só sobre beleza e vira sobre questionar:— Por que todo mundo tem que se vestir igual? — Quem decidiu o que é bonito, aceitável ou elegante? Na prática, o anti-fashion se traduz em:  De onde isso veio? O anti-fashion surge forte nos anos 80 e 90, muito conectado com movimentos underground, punk, grunge, minimalismo desconstruído e designers como: Esses nomes trouxeram para as passarelas algo que, até então, parecia impossível: roupas que não eram feitas para agradar. Nem o olhar, nem o status quo.  Por que você deveria se importar? Porque a estética anti-fashion é, mais do que nunca, um reflexo da crise da moda contemporânea. É uma resposta direta ao fast fashion, à destruição ambiental, à exploração de mão de obra e à ditadura das trends. É sobre:  Anti-fashion não é ser sem estilo Pelo contrário. É sobre ter um estilo tão próprio que não cabe nas vitrines, nem nos comerciais. É usar a moda como ferramenta de crítica, ironia e subversão.  Como trazer o anti-fashion pro seu guarda-roupa?  Reflexão final: Se vestir não precisa ser sobre agradar. Nem sobre se encaixar. A estética anti-fashion não é uma fuga da moda, é uma declaração de que moda também pode ser resistência, questionamento e liberdade criativa.

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Met Gala 2025: Alfaiataria, Cultura e o Poder do Black Dandy

O Met mais político e elegante dos últimos tempos O Met Gala 2025 não foi apenas mais um desfile de extravagâncias, brilhos e exageros. Este ano, o tema mergulhou fundo nas raízes culturais, na resistência estética e na potência simbólica da moda negra. Sob o nome “Sleeping Beauties: Reawakening Fashion”, o evento se desdobrou numa celebração da alfaiataria negra, da estética Black Dandy e da relação entre moda, história e identidade. A inspiração central veio do livro “Slaves to Fashion”, da escritora e acadêmica Monica L. Miller, que explora como a alfaiataria foi — e ainda é — uma ferramenta de empoderamento, resistência e expressão na cultura negra. A exposição: Superfine – Tailoring Black Style A exposição, que fica em cartaz até outubro no Metropolitan Museum, apresenta uma curadoria impecável sobre como a alfaiataria, os cortes perfeitos e a precisão dos tecidos foram ressignificados por corpos negros ao longo dos séculos. É sobre estética, sim, mas também sobre afirmação. Sobre vestir-se como um ato político, sobre assumir espaços onde historicamente fomos sub-representados. Das referências históricas do século XVIII até os movimentos contemporâneos, a exposição é um manifesto visual que conecta passado, presente e futuro. Slaven Vlasic, Getty Images O Dress Code: Tailored For You O código de vestimenta desse ano foi “Tailored For You”. Nada mais simbólico do que pedir que cada convidado traduzisse, no próprio corpo, sua interpretação de alfaiataria, história e estilo. E o tapete vermelho? Um desfile de cortes impecáveis, texturas poderosas, referências históricas e reinvenções modernas. Os destaques do tapete vermelho Zendaya Como sempre, entregou conceito e moda. Seu look misturava a elegância clássica da alfaiataria com elementos surrealistas. Simplesmente uma pintura viva. Keke Palmer Canalizou ícones como Dorothy Dandridge, mas com um toque contemporâneo que só ela segura. Colman Domingo Um dos co-chairs do evento, prestou uma homenagem belíssima a André Leon Talley, usando um look estruturado, dramático e absolutamente poderoso. Diana Ross Eterna, desfilou um vestido que era praticamente uma retrospectiva da própria carreira. Um tributo a ela mesma, como tem que ser. Ava DuVernay Trouxe a memória de sua bisavó costureira, Annie Fisher, transformando memória familiar em alta-costura, com direito a tecidos que simulavam padrões históricos e uma construção impecável. E o Brasil nesse rolê? Se você acha que alfaiataria não tem espaço por aqui, errou bonito. A estética Black Dandy, que mistura sofisticação, ousadia e narrativa, tem atravessado fronteiras, inclusive no Brasil. Estamos vendo cada vez mais criadores negros, estilistas e artistas repensando a moda, subvertendo códigos e ocupando espaços. O Met 2025 não foi só sobre moda Foi sobre ancestralidade, sobre legado, sobre estética como resistência. Foi sobre vestir-se para existir. Alfaiataria, nesse contexto, não é apenas sobre elegância — é sobre afiar a própria identidade como se fosse uma lâmina, sobre desenhar no próprio corpo o mapa de quem você é e de onde você veio. E se tem uma coisa que esse Met deixou claro, é que a moda, quando olha para as próprias raízes, acorda. E acorda poderosa.

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